Segunda-feira, 14 de Novembro de 2005

Nós

Eu, tu...
O mar, os gritos do mar
A brisa...a chuva...
As lamúrias do vento.
Eu, tu...
Nada mais perfeito.


Virgínia Pedras


Ao amor da minha vida...obrigada pela perfeição que trouxeste.

publicado por semipoetisa às 15:09
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11 comentários:
De biquinha a 29 de Novembro de 2005 às 22:52
{ ... protesto que vou fazer ensaio nesta noite ainda que em fase experimental e tento e temo “um texto jazz” nestes primeiros acordes que enchem a casa porque há alma aqui e ali estou eu sentado temendo encantado vazio rodeado e depois tentando as frases aqui e ali que teimam presas na garganta escondidas em tons e melodias em projecto e dedos e voz de alecrim no papel na garganta assim-assim seu tom vai diminuindo e mais ténues as luzes se tornam o ambiente está recheado de preciosidades quase familiares do mundo nos objectos nos quadros nas pessoas e na musica “quase que conheço as pessoas que as tocam” de jazz vem o vermelho em tons discretos por uma porta branca por vezes amena também discreta ou negra de seu legado “promessa” entra-se quente as paredes fogo a lembrar a terra estimada agora queimada ou inundada aquecem quem passa ou ouve nesta quase forma e sabor fumo em caldo que soa baixinho de fúria e talento a tocar desde cedo negro nos corpos e copos através da repetição e imitação de sons e movimentos “o talento educa-se” escrevo por melodias simples basta que se eduquem bem ou também a cada onda morna de paisagens melódicas em privilégio de artes modernas sem conflitos entre o que se ouve vê ou entre arquitecturas e instrumentos livres retrato na minha folha nesta escritura “tentativa” a minha de sempre pintura aqui “jaz” jazz que paira e ceia em sala quente suor em expoente de “poesia escrita ou tocada” escrevo-te nesta noite quente “baby” e tu luxuriante “yes” aquele canto de poesia experimental a preto e branco aquele que passo em aceno giratório feito de sumptuosidade de lustres arranjos um piano faz-se ouvir eu faço-me escrever até de madrugada até morrer - fagmento de © ricardo biquinha, in “um quase nada” ... }
De ferrus a 29 de Novembro de 2005 às 11:38
Doce, doce e doce :-) Um doce docinho e com poucos ingredientes:-))) Bjitos!!!
De Mestre (Eca) a 28 de Novembro de 2005 às 07:01
esta brisa, esta chuva que banha. que inspira, e tranpira essa paixão, simplesmente lindo poema/dedicatória, adorei cada palavra como se de minhas palavras tratasse. um Bjo

Estás na minha lista de actualizações http://kinja.com/user/ecawireless
De Sara (AmigaTeatro) a 27 de Novembro de 2005 às 21:04
Chuva... a bela e doce chuva... :)
De Duarte Temtem a 27 de Novembro de 2005 às 07:07
Que seja eterno esse momento!

Bjs
De Joo a 19 de Novembro de 2005 às 10:46
Olaaaaaaaaa :) ja vi ke estas muito feliz, espero ke continues assim por muito tempo... Uma pessoa como tu merece tudo de bom, e continua com estes poemas lindos ;)ah e quando kizeres eu pago-te a amendoa :) jinhos * * *
De Maria do Cu Costa a 16 de Novembro de 2005 às 21:50
Um bailado de amor salpicado de mar. Bonito trabalho. Beijinhos.
De Maria do Cu Costa a 16 de Novembro de 2005 às 21:50
Um bailado de amor salpicado de mar. Bonito trabalho. Beijinhos.
De Duarte Temtem a 16 de Novembro de 2005 às 17:38
O amor traz-nos sempre algo de muito valioso :)

Bjs
De ferrus a 15 de Novembro de 2005 às 16:11
Eu, as tuas palavras, e um sorriso. Tu, a pena bailando no papel, outro sorriso. Conclusão: Sorriu sempre que cá venho...Obrigado! Bjitos!!!!

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