Segunda-feira, 4 de Julho de 2005

Até que a morte nos separe

Em areia molhada


Uni-nos pelo tempo,


Tatuei os nossos nomes


Com as minhas mãos.


 


Fiquei no firmamento


A assistir.


A água salgada


Corroeu-nos o destino.


 


Eu esvaneci…tu esvaneceste…


Ambos: grãos de areia


Num mesmo disperso oceano.


 


Virgínia Pedras

publicado por semipoetisa às 19:34
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9 comentários:
De Nuno a 23 de Setembro de 2005 às 18:36
Muito lindo este poema. Bate cá no fundo. E faz-me sentir bem.
De anacanela a 14 de Setembro de 2005 às 17:52
Até que uma praia, a praia da vida nos junte! abraço****
De nuno a 10 de Julho de 2005 às 00:51
Sempre mt bonito, aliás como é costume. Parabéns!
De lique a 9 de Julho de 2005 às 18:26
A aglomeração da areia molhada só dura até que o mar a dispersa. Gostei. Beijinhos
De Poeta Amigo a 8 de Julho de 2005 às 20:16
;)
De Lus a 8 de Julho de 2005 às 02:59
;-)
De andrye a 7 de Julho de 2005 às 17:36
Lindo poema,adorei!beijokas.
De ferrus a 6 de Julho de 2005 às 02:07
Gostei do jogo de palavras, mas achei triste. Espero que seja ficção. Bjitos!!!!!
De Rata Zinger a 5 de Julho de 2005 às 17:35
:-)

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